Monitoração de dados da Curiosity

Mais notícias sobre a Curiosity. A “estação meteorológica”, que foi fabricada na Espanha, forneceu dados interessantes sobre as condições climáticas de Marte. Em um dia típico, a temperatura do ar no planeta pode variar de -2° C a 75° C. Já a temperatura do solo, pode variar de -3° C a 97° C.

Uma notícia não muito boa: um dos sensores de ventos, chamados de REMS, não está fornecendo dados. O cientista Ashwin Vasavada do Jet Propulsion Laboratory da NASA, explica que este sensor pode ter sido danificado durante o pouso do módulo. “Teremos que ser mais inteligente sobre quando usar o sensor de vento restante para obter os dados de velocidade e direção”. concluiu o cientista.

Um instrumento fornecido pela Rússica verifica a presença de água em minerais a um metro do solo abaixo do Rover. A tecnologia utilizada é a mesma que na prospecção de petróleo na Terra.

Um instrumento fornecido pela Rússia está verificando água ligada em minerais no top três pés (um metro) do solo abaixo do rover. Ele emprega uma tecnologia que é usada na prospecção de petróleo na Terra, mas nunca antes tinha sido enviada a outro planeta.

Hoje, o robô moveu suas rodas como um teste dos atuadores de direção. Uma preparação fundamental para iniciar a locomoção do Rover.

Dentro de uma semana, relatórios diários de tempo de Marte Curiosity vai se tornar disponível em: http://bit.ly/RzQe6p.

Fonte: nasa.gov

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(Mais um) Novo participante do 1º Desafio Roverduino [Atualizado 1x]

É com satisfação que anuncio mais um participante no 1º Desafio Roverduino. Nosso colega Angelo Cnop de Itaperuna, Rio de Janeiro irá disputar com o seu Beholduino.

É com satisfação que anuncio mais dois participantes no 1º Desafio Roverduino. Nosso colega Angelo Cnop de Itaperuna, Rio de Janeiro irá disputar com o seu Beholduino e nosso colega Daniel Cruz de Brasília, Distrito Federal irá disputar com seu ROBO DD32.

E o seu projeto? Está atrasado? Está no prazo? O desafio está apenas começando!

NASA enviará novo robo para Marte em 2016

Devido ao sucesso do Rover Curiosity, a NASA planeja enviar para Marte um novo robô já em 2016 para perfurar a superfície do planeta e registrar imagens. Apelidado de inSight, elas ficarão fixadas no solo para perfurar a crosta do planeta.

Uma broca de fabricação alemã será usada para perfurara crosta marciana com o objetivo de coletar informações de temperatura do solo enquanto um sismógrafo de fabricação francesa poderá detectar abalos sísmicos no solo. Essas informações serão importantes para tentar entender o processo de formação de Marte.

Atualmente os cientistas apenas conhecem profundamente a estrutura do planeta Terra. Imagina-se que o interior de Marte seja diferente pois o planeta não possui um campo magnético que protege a superfície de radiações.

Exceto para a broca e sismógrafo, que são novos, InSight será praticamente uma cópia da sonda Phoenix da NASA que em 2008 caiu em Marte e encontrou água congelada próximo ao polo norte.

Ao optar por esse projeto, a NASA foi obrigada a rejeitar – mesmo que temporariamente – duas missões consideradas mais arriscadas: um barco robótico para explorar um lago de metano na superfícia da luaTitã de Saturno e uma missão para explorar um cometa (não foi divulgado o nome).

Vídeo de apresentação da missão: inSight – Apresentação

Fonte: http://www.washingtonpost.com

Curiosity utiliza seu laser em Marte pela primeira vez

O rover Curiosity disparou pela primeira vez seu laser em Marte. Apelidada de “Coronation”, uma rocha do tamanho de uma mão fechada, recebeu 30 vezes o feixe de laser por cerca de 10 segundos.

A energia emitida pelo laser oferece por pulso mais de um milhão de watts por cerca de um bilionésimo de segundo. Isso faz com que os átomos da rocha sejam excitados causando uma espécie de plasma ionizado brilhante. Dessa forma, o espectro de luz emitido é analisado atrvés dos três espectrômetros presentes no módulo para obter informações sobre quais os elementos que estão no alvo.

“É surpreendente que os dados são ainda melhores dos obtidos durantes os testes na Terra, em relação sinal-ruído”, disse Sylvestre Maurice, Vice-cientista do projeto ChemCam do Institut de Recherche en Astrophysique et Planetologie (IRAP) em Toulouse, França.

Segundo a Nasa, a ChemCam foi desenvolvido, construído e testado pelo Departamento dos EUA de Los Energia Alamos National Laboratory, em parceria com cientistas e engenheiros financiado pela Agência Francesa espaço nacional, Centre National d’Etudes Spatiales (CNES) e agência de pesquisa, Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS).

Mais informações sobre ChemCam está disponível em http://www.msl-chemcam.com.

Fonte: www.nasa.gov

Emulador de Raspberry Pi

Muitos ainda não receberam o Raspberry Pi comprado fora do país. Dessa forma essa dica pode diminuir um pouco a ansiedade de testar como é ligá-lo e usá-lo através do emulador. A solução utiliza o Qemu para emular o processador ARM1176JZFS utilizado no pequeno RaspPi.

Para utilizá-lo siga os três passos abaixo:

1) Baixe o emulador disponível no endereço: http://sourceforge.net/projects/rpiqemuwindows/ (505 MB);

2) Descompacte o conteúdo baixado em uma pasta a sua escolha;

3) Execute o arquivo “run “;

E pronto! O sistema irá inicar em alguns segundos e a primeira tela do RaspPi estará disponível.

Primeiro boot com Raspberry Pi

Após “perder” um dia por falta de um cartão SD com capacidade superior a 2 GB e uma fonte de alimentação que utilize o padrão micro-USB, consegui ligar o Raspberry Pi pela primeira vez.

A fonte que comprei aparentemente não está fornecendo a corrente necessária para alimentar meu teclado USB. A alternativa foi utilizar uma antiga fonte de celular LG (5.1V 700 mAh), com conector do tipo USB (fêmea) e conectar utilizando o cabo de dados/energia do meu Kindle Touch.

Outro problema encontrado foi a televisão utilizada não reconhecer o vídeo do RasPi via HDMI. Mas logo a solução surgiu bastando apenas selecionar o “input” antes de ligar o RasPi. Acredite que isso não é tão simples quanto parece. Essa televisão só permite que o “input” seja selecionado caso algum dispositivo esteja conectado.

Resolvido todas as pendências, o RasPi ligou e surpreendeu:

A resposta dos comandos é bastante ágil, mesmo para seu hardware limitado.

Os próximos passos é fazer com que ele faça a interface com o Arduino.

Fiquem ligados.

Até mais.

Como transmitir dados sem fio com Arduino

Uma forma barata e relativamente simples de transmitir informações de um local para outro sem fio utilizando o Arduino é através do “433M Wireless Transmitter Module + Receiver Module”. Este componente de baixo custo – pode ser comprado em média por $ 3,50 – possui capacidade de transmissão de dados, segundo alguns vendedores de até 200 metros caso utilize uma antena externa acoplada ao módulo.

Nos testes realizados em laboratório, esse valor ficou próximo de 5 metros com obstáculos (paredes, vidros, etc). De qualquer forma ainda é uma alternativa bastante interessante para transmissão de dados em pequenos projetos, protótipos e no nosso 1º Desafio RoverDuino.

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